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Um grande nome

O Flamengo tentou peitar a idéia lógica de que futebol se administra com resultados. Disse que economizaria e não faria “loucuras”.  E aqui estamos, em junho, comentando o que no discurso era tido como “loucura”.

Não é. Custa caro, porque ser campeão custa caro. Ser Flamengo custa mais caro ainda.

Não existe torcida no mundo que compre um Socio Torcedor “pra ajudar” e veja um time fraco em campo “esperando” as coisas ficarem em ordem.

Vendemos paixão. Não tem curso, faculdade, nada.

E de frente com um problema isolado que interfere em todos os demais, a diretoria optou por uma “loucura”.

Mano ganha bem e merece o que ganha. Não é gênio, nem vai resolver a falta de qualidade do time montado para 2013. Mas vai dar pelo menos uma segurança maior pra um time em formação.

Não dá pra apostar em jogadores, diretoria, comissão técnica tudo de uma vez. Alguma coisa tem que ser “firme”, não uma “promessa”.

Mano é uma realidade e quem dirigiu a seleção não vai se assustar com a pressão na Gávea.

Falta time. Nem Mano nem Guardiola nem Andrade faz um time desses campeão.

E o mesmo conceito do “bom e barato” que raramente funcionou com treinador dificilmente funciona com jogador.

A política de “pé no chão” não vai durar. A torcida do Mengão quer sempre “sair do chão”, e é pra ela que se administra o futebol do clube.

Mano é um acerto. O time que ele vai receber, não.

Duro vai ser separar as duas coisas.

abs,
RicaPerrone

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