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Tudo igual

Tirei o dia pra ver futebol. Da partida da seleção ao jogo do Grêmio, último que terminou, vi quase a mesma coisa. Mudaram as cores, os estádios, mas a cara de amistoso era a mesma.

Eu odeio pontos corridos. Você já sabe. E se não sabia, acostume-se. Bato nessa tecla o tempo todo.

Tenho a nítida impressão de ver dois times entrando em campo em busca de “algo que se não rolar depois ajeitamos” até a rodada 25. Quando então resolvem jogar porque não tem mais jeito e fica claro o que está em jogo pra cada um.

Os bons jogos do Brasileirão até lá são quase sempre os de casa cheia com algum apelo extra-tabela. Estréia de alguém, promoção de torcida, clássico, enfim.

O Santos e o Vasco pareciam rezar pro jogo acabar. Flamengo e Goiás disputaram, mas é uma coisa tão “sem fim”, perdida em meio a 38 jogos, não sei explicar.

Vem aí a Copa do Brasil e os mesmos times que ontem e hoje achamos mediocres jogarão grandes partidas. É óbvio, pois serão cobrados por um objetivo a curto/médio prazo na cara deles.

Se cultural, técnico ou mental, tanto faz. Sei que no Brasil time joga bola quando precisa ou quando tem casa cheia.

Se os ingressos quase proíbem casa cheia, esperamos os jogos que decidam. E estes, só daqui umas 15 rodadas.

Nossa quarta-feira vai virar domingo, e vice-versa.

O dia do futebol, com a Copa do Brasil e a Libertadores, é quarta-feira.

Domingo, cumprimos tabela.

abs,
RicaPerrone

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