Não vamos só no treinador, é covardia. Embora ache que esse estilo “é o que tem” não condiz com o time que de fato tens.

O Inter é um time armado pra contra-atacar. Pra se defender bem. Joga menos do que pode com resultados convincentes e portanto divide-se entre os que questionam desempenho com quem olha o placar e o torna indiscutível.

Em 4 tempos contra o Flamengo o Inter jogou Libertadores em 1. Nos outros esperou, esperou, esperou e o Flamengo não se atirou.

Odair escalou um time igual o primeiro jogo esperando um desempenho diferente. Mudou bem na segundo tempo, correu o risco no final e de certa forma até exagerada.

Ainda tinha jogo. Não precisava deixar 1 cara atrás, era óbvio que uma bola mataria o jogo. Não eram os acréscimos, era 37 de um jogo onde todos sabiam que iria até os 53.

Um Beira-Rio sem vibração no primeiro tempo. E não me refiro nem a time, nem a torcida. A ambos. O ambiente não era de uma decisão. Quando virou, quase sairam os gols necessários.

Não foi o Inter que venceu o Cruzeiro lá, menos ainda o que venceu o Nacional lá e deu um baile neles aqui.

Perto da final da Copa do Brasil, o Inter não tem o direito de sentir o golpe. Ou o outro será ainda maior.

Tem uma semana pra retomar o espírito de decisão e conseguir convencer seu torcedor que, desta vez, vai valer a pena encher o Beira-Rio.

RicaPerrone

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