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Ranking do Brasileirão

Eu sei, cada um tem um critério e nada disso é uma imposição de valores.  Mas, conversando, ouvindo, perguntando, descobri que a mania que temos de dar a um vice quase 80% dos pontos do campeão num ranking não condiz com a cabeça do torcedor.  Dois vices tem o mesmo valor de um título?

Não. E não tendo, é preciso valer menos de 50% dele. Certo?  Enfim, certo ou errado, fiz um ranking do Brasileirão. Dei 200 pro campeão, 80 pro vice, 30 pro terceiro e 20 pro quarto. E aí? Quem vai bem nessa?

O Tricolor anda sobrando um pouco, é verdade. E adorei constatar que os que chamo de “12 grandes” são, de fato, os 12 maiores também no Brasileirão.

E não é que a tal brincadeira do “Deixou chegar…” do Flamengo é séria? Note, entre os 12, o que menos chegou entre os 4. E o que mais ganhou, junto de Palmeiras e SPFC.

Não, eu não vou colocar o módulo amarelo de 87 na lista. Não percam tempo, não gastem chororô, não me ameacem com processo. Eu não considero campeão que termina final em acordo e não bate os pênaltis até o fim. É critério, desculpa.

Esclarecido este ponto irritante, vamos a outros:

– Optei por dar pontos aos 4 primeiros porque na maior parte da história havia mata-mata, logo, semifinal e final.

– Os 200 pontos, trocados por 100 ou 2 milhões, não mudam nada.  A diferença é o vice valer 40% do campeão, o terceiro valer menos que o vice e o quarto menos ainda. Só isso.

– A tabela inclui o Robertão, que era o Brasileirão com outro nome. Não inclui a Taça Brasil, que era uma Copa do Brasil com outro nome.

– Agradeço os que não me culparem pelo seu time ter ou não grandes conquistas.

Abaixo, a lista de campeões.

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