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O que não mata, o que não morre

O Vasco tem volume, contra-ataca bem, firula demais e não mata o jogo. O Botafogo tem desfalques, vive quebrado, vive com nego suspenso, expulso, contundido, mas não morre.

Eis a diferença entre os 2. O time do PC não quer perder, e não perde. O Botafogo quer ganhar, mas nem sempre consegue.

Pobre Joel. Não há quem me convença que este sujeito possa fazer melhor do que tem feito. O time vive quebrado, toda hora um ou dois dos principais jogadores estão fora, nunca os 4 estão aptos a jogar, toda partida tem 2 se machucando durante o jogo e lá está o Fogão… entre os primeiros.

Buscando no finalzinho, na base do “deus me livre”, mas sempre buscando.

Ontem, no Engenhão, o Vasco foi bem demais no primeiro tempo. Buscou o gol, tocou com calma e chegou forte pela esquerda, onde Ramon mandou Felipe pro banco.  Aliás… bom demais essa Ramon né?

Quando virou o primeiro tempo, não havia alternativas. Joel tinha perdido um zagueiro, colocado outro jogador de frente (Caio) e só restava ir pra cima.  E foi.

Até que outro se machuca, Herrera vai expulso, e aí tem que chamar a estrelinha pra ajudar.

Como tem sido, ela desce e ajuda o Fogão no finalzinho. Mas merecido.

O Vasco precisa aprender a matar, não sabe.

E o Botafogo não sabe morrer. Quando pensamos que já foi, lá está ele.

Jogão de bola no Engenhão.

abs,
RicaPerrone

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