Lhes digo sem medo de errar: uma camisa em seu país pra carregar pro resto da vida.

Ídolo do Barça, passagens por outros europeus grandes, altos e baixos na seleção, e títulos pra todo lado. Daniel fez aquilo que todo jogador sonha. Foi do Brasil a um grande europeu, ganhou, seleção, capitão, título e… falta uma coisa.

Ser o Daniel de algum clube.

Daniel do Barça, ok. Mas brasileiro não torce pro Barcelona, simpatiza. E os que acham que torcem quando crescerem vão mudar de idéia. É parte do processo que separa homens e meninos descobrir que torcedor é diferente de fã.

Ídolo de todos, ao mesmo tempo ídolo de ninguém. A todo craque restam duas opções: ou a Copa do Mundo ou um clube pra eterniza-lo. Daniel não tem a Copa, mas agora poderá ter o clube.

Não, o Bahia é formador. Não é ídolo do Bahia. Será do time que atuar como destaque, não daquele que foi lançado e logo saiu.

Falta ao Daniel apenas isso na carreira: um time brasileiro pra ele tatuar na sua história. E que time pode ser melhor do que o dele?

Daniel cheira a título. O SPFC hoje cheira a derrota. O casamento vai mudar um dos dois, esperamos que seja o São Paulo.

A contratação é grandiosa. Discutem os valores, mas calma lá. Se o Pato pode ganhar 1 milhão e o Gabigol 1,3,  porque diabos o Daniel Alves capitão da seleção brasileira precisa discutir o seu salário acima de 1 milhão por mes?

Puta contratação. Pra ambos.

RicaPerrone

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