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O melhor time do Brasil?

Ganso é do SPFC e, independente de se para fazer uso de uma barriga de aluguel ou não, fato é que faz parte do time e está a disposição.

Craque. Daqueles que muda um jogo, como Lucas, só que com outra característica.

O São Paulo que vivia correndo agora pára e pensa. E se quiser correr, Lucas está ali do lado pedindo a bola.

Fiz um rápido levantamento, assustei.

Dos 11 titulares do São Paulo, todos já vestiram a camisa da seleção brasileira. 3 deles apenas na sub-20, o restante, na principal.

Se considerarmos as seleções de base mais maduras (sub 19 e sub 20), outros 5 reservas já foram à seleção.

Desconheço time em campo melhor que o Fluminense completo. Acho que há algum tempo não via nada como o Santos de 2010 e o Flu atual, que mesmo sem voar, tem uma qualidade assustadora na frente.

O São Paulo agora tem 3 jogadores na frente que simplesmente fazem parte da seleção principal do Brasil, ou fizeram ha pouco tempo. A diferença pra Santos e Fluminense é ter, atrás, também jogadores que já “chegaram lá”.

Tolói e Rhodolfo podem não jogar nada juntos, mas são, no papel, melhores que Durval e Dracena, Gum e Euzébio.  Assim como Douglas e Cortes prometem mais do que Pará, Léo, Carlinhos.  (O Bruno não, esse eu acho que vai longe)

Funcionar ou não, outros 500. Mas a parte da diretoria em dar estrtura e um time pra ser competitivo está mais do que feita. Se há um time pronto no PAPEL hoje, é o São Paulo.

E pra não dizer que não falei do técnico… até ele já passou pela seleção.

Não, não vai brigar pelo caneco até por falta de tempo. Mas tem um final de ano promissor, com uma redução considerável já em janeiro, onde sai o sempre participativo Lucas para ficar o vaga-lume Ganso.

Não torna o time ruim, longe disso.

Se ao SPFC não faltam títulos, há anos falta brilho.  Ganhar como ganhou preencheu a sala de troféus, mas não a memória do torcedor, que fatalmente não guardou lindas histórias de pontos corridos sobre Leandro Guerreiro tabelando com Aloisio.

Mas este, que nem deve ser campeão, tem 15 jogos para fazer o sãopaulino sonhar e, quem sabe, guardar na memória um time que tem algo mais do que competitividade.

O São Paulo nasceu pra ser mais do que competitivo. Nasceu pra ser brilhante.

Não basta competir, nem vencer. Para gigantes, é preciso brilhar.

Agora é a hora.

abs,

RicaPerrone

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