Aconteceu com Diego Souza, agora com o Palmeiras. Os derrotados na eleição de 2018 não conseguem entender muito bem a diferença entre campanha e cargo. Vou tentar explicar embora pra petista não adiante muito tentar seguir uma linha.

Quando em campanha você está tomando partido. Concordo que não deva ser feito por clube nenhum, apenas no lado pessoal de atletas e dirigentes.

Quando eleito, você se torna presidente do Brasil. E a partir deste momento o país se divide em dois tipos de pessoas: os idiotas que torcem contra pra falar “eu avisei” e ver seu partido corrupto ter chance de voltar, e as pessoas normais que querem o bem de todos.

Prestigiar o presidente eleito não é um ato político ou partidário. É apenas bom senso. Se o representante maior da sua nação é palmeirense, porque não dar a ele um camarote para ver o jogo festivo e participar da festa?

Que campeão recebeu a taça de um presidente da republica? Que honra, isso sim!

Que aproximação popular bacana. Que ato simples e sem consequências negativas.

Campanha é campanha. Eleito é nosso representante máximo a quem devemos respeito. Nessa história sobram covardes pra atirar pedras, mas raramente alguém percebe que o Palmeiras está de parabéns por, de novo, peitar a opinião jornalística de esquerda quase obrigatória e fazer o que acha certo.

Não foi partidário. Nosso partido é o Brasil, usa verde na bandeira e não adoramos bandidos.

RicaPerrone

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