Tite é um puta treinador. Ponto.

Desde que assumiu a seleção foi de treinador pra super herói. E super heróis não perdem nunca. Então Tite virou um “eu avisei” de uma minoria, uma decepção de outros tantos que só enxergam um placar.

O problema é que ele passou a ser o cara que só olha o placar. Talvez por medo de perder o emprego, talvez por querer demais um resultado na seleção. Fato é que o Tite que tinha convicções passou a contradize-las em campo.

Super heróis não erram.

O mito foi caindo. Não porque perdeu pra Bélgica. Mas porque tudo que ele bancou até a Copa ele mudou no dia que um simples apelo popular e midiático o fizeram mudar tudo em 2 amistosos.

Na volta da Copa, muita cena, convocados que sumiram, outros que foram mantidos sem muita explicação. A convocação absurda de jogadores em decisões de Copa do Brasil pra amistoso inútil. Enfim, o Tite foi desmontando.

Na Copa América torcida e ele chegaram a um acordo mudo: o título.

Não importava como, só importava que teria que acabar assim. Haveria perdão de cá, “missão cumprida” de lá. E sabe-se lá qual o final da história, a única coisa que já sabemos é que a seleção brasileira pode mais.  Tite passou a ser o cara que joga por 1×0 e nós aceitamos isso depois das últimas Copas.

Agora ganhamos. Não é uma Copa, óbvio. Mas é o que tem pra seleções ganharem. Copa, Confederações e Copa América. Não tem outra forma de vencer.

Assim sendo, “alívio”. Vexame não será. Zerado tu não sai. E na fila não estamos.

Então fica, Tite. Mas agora pelo jogo e não só pelo resultado. Pelo conceito e não apenas pelo título. O que ganha jogando mal é comum. O que perde jogando bem é azarado. Seja o cara que joga como nós queremos.

Ou você tem dúvida se hoje o Brasil prefere o Telê do que o Parreira?

RicaPerrone

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