Quando a CBF erra a gente espanca. Quando acerta tem que elogiar, caso contrário você é um dos péssimos sujeitos sugeridos pela sociedade moderna que deve ou só martelar ou só lamber, independente do cenário.

São raros os campeonatos no mundo que já usam o VAR. Ótimo pra nós que sejamos um dos primeiros, ignorando a lógica até, já que os mais ricos deveriam ter colocado já.

Ano passado a CBF pediu pros clubes pagarem. Eles não tem dinheiro pra pagar salário, imagina VAR. Esse ano assumiram a maior parte do custo e entenderam como investimento, já que um campeonato honesto e transparente só dá a ela credibilidade comercial pra faturar mais e mais.

Enfim. Que seja um VAR pra esclarecer. O da Conmebol esclareceu: mostrou que há roubo como no absurdo caso Dedé e na eliminação do Grêmio.  Que o nosso esclareça lances, não teorias conspiratórias.

Sobre o limite de treinador, acho a mesma coisa que sobre a obrigação de ter o curso: a CBF não tem que se meter no livre mercado.  Se o clube quiser empregar um faxineiro de treinador, problema dele. Não diz respeito a entidade.

Se quiser trocar toda semana, idem. E se formos pensar em critérios e padrões, a CBF deveria repensar sua estratégia de posicionamento já que ao invés de dar ao torcedor a sensação de valorizar nosso futebol toda vez que entram em campo os times naquela cena ridícula européia com um painel tosco de patrocinio de fundo,  poderia criar mais empatia e aceitação assumindo a cultura de seu país.

Mas enfim. Hoje a principal notícia é que teremos uma arbitragem, em tese, menos ruim. E que os clubes disseram não a uma idéia ruim da CBF sobre os treinadores.

Boas notícias.

RicaPerrone

 

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