Nas últimas semanas conheci e entrevistei os dois principais candidatos a presidência do Flamengo.

Não conhecia pessoalmente nenhum deles, tive a oportunidade diante dos mesmos assuntos e praticamente no mesmo momento.

O Lomba é amigo  de alguns amigos muito próximos meus. Foi mais a vontade comigo, mais fácil de entrevistar, entender e trocar idéias.

O Landim tinha (ou tem ainda) a imagem de eu ser do outro lado por ter amigos lá.  Mas me ganhou exatamente por se sentar na minha frente dizer na minha cara “eu acho que você está do lado deles. É a percepção que nós temos”.

Foi honesto. Tanto quanto o Lomba, que quando eu citei a questão da Lava-Jato disse “não vou entrar nisso. Não é justo, ele é um sujeito de bem. Não vou fazer esse jogo baixo”.

Conversei com ambos. Eles pensam praticamente a mesma coisa.  São a continuação de um projeto da chapa azul de 2013. Até nas opções de jogadores eles combinam.

Um pode detonar a diretoria atual pra se eleger. O outro não pode mesmo se discordar. Isso diferencia as duas campanhas. A Liberdade de discordar.

Honestamente, não sou sócio, sequer rubro-negro. Nem vou à Gávea. Não faço idéia de quem vá ganhar. Mas eu tenho hoje alguma convicção de que o torcedor não precisa se preocupar.

O Landim não é um investigado da Lava Jato. E o Lomba não é o Bandeira. Os dois são, pelo contrário, muito parecidos no que pensam sobre Flamengo. Tanto que indaguei ambos sobre porque não estarem juntos nisso.

O Flamengo está bem servido. Aconteça o que acontecer nas urnas, o caminho do clube continuará sendo bom, como vem sendo de 2013 mesmo com diversos erros cometidos.

A entrevista vai ao ar amanhã no Cara a Tapa! (Inscreva-se já no youtube)

RicaPerrone

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