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…e vice-versa!

Clássico é clássico. Ali, sem camisa, sem torcida, seria um massacre. Vestidos de Palmeiras e Corinthians, não há diferença.

Havia, até o Timão fazer 1×0 e achar que do outro lado estava um time de série B. E estava, até serem colocados na situação de azarão.

Era claro, evidente, fácil de ler. O Corinthians fez o gol e o que quis. Em seguida, achou que faria quantos outros quisesse na hora que bem entendesse.

Parecia, mas só parecia.

Um, dois, lá está o Palmeiras na frente e o Corinthians já pensando na quarta-feira.

Porque futebol é assim, especialmente em clássicos. Se vencer, é foco, rivalidade, vergonha na cara. Ao surgir a situação de derrota o discurso de “nem aí”  começa a ser articulado pelos seus.

Afim de ganhar, acordou de novo.

Pressionou, errou, acertou até que num lançamento perfeito de Cassio para Pato, que matou a bola de forma pornográfica, surgiu a estrela do garoto que odeia o lugar comum.

Romarinho não faz gols no Mogi, sequer toca na bola contra o Avaí. Mas diz que é Palmeiras ou um Boca na Argentina e o moleque joga como se não tivesse “inho” no nome.

Dos seus pés o empate mais do que justo. Não pela técnica desproporcional não aplicada, nem pela determinação do Palmeiras em “não perder” pro maior rival.

Por ter entrado pra encarar o Palmeiras, achado que era o Mogi, tomado a virada de um Palmeiras e empatado no final, sofrido e suado, o Corinthians aprendeu de novo o que até outro dia ensinava: Time grande não cai.

E não me refiro a divisão.

abs,
RicaPerrone

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