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Criticar é mole….

Está uma molezinha ir na mídia e meter o pau no gramado do Engenhão. De fato, pra um campeonato desse porte, não deveriam jogar num campo ruim. Agora, com enorme respeito, criticar é mole.  Duro é ponderar os “porquês” da situação.

O Engenhão é o único estádio grande do Rio em 2011. E assim será até o Maracanã ficar pronto, o que demora um tempo. A culpa é do Botafogo?

Claro que não.  Eles não tem obrigação de fazer milagre  num estádio que ao invés de receber os 20 jogos previstos no semestre recebeu 62.

É possível que não seja assim? Não! Porque jogar em Macaé, Volta Redonda e etc é uma bobagem que não deve ser feita.  Times grandes são temidos pelo conjunto camisa/torcida/casa.

Quando você leva o Flamengo a Macaé, por exemplo, você minimiza a torcida, tira o fator casa e dá um ar “menos imponente” ao jogo. Azar do mandante.

Jogar no Engenhão é a alternativa mais interessante aos clubes do Rio.

E aí entra a questão: Se pagam o aluguel, querem o estádio em condições.

Mesmo assim, o Botafogo não consegue arrumar com este ritmo de jogos.

Se quem paga tem razão em reclamar, se quem recebe não tem condições de aguentar a carga, talvez seja o caso do governo entender que o Engenhão está suprindo uma necessidade e ajudar.

Ninguém tem culpa que o Maracanã fechou.

E aí dirão: “Mas o governo também não tem culpa de Fla e Flu não terem um estádio”.

E eu diria que se os dois tivessem o Rio de Janeiro não seria internacionalmente o que é, pois parte do seu cartão postal mais chamativo é o Maracanã e seus grandes clássicos.

Não precisa regra ou contrato onde há bom senso.

Neste caso, ao invés de bater, acho mais inteligente que todos os envolvidos ajudem a manter. Afinal, não é uma circunstancia comum, logo, não dá pra exigir ou esperar que atitudes comuns resolvam o problema.

Bater no Botafogo é mole. Sugerir soluções com 3 vezes mais jogos que em 2010 no local, nem tanto.

abs,
RicaPerrone 

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