O período 2014-2018 é a maior desmoralização que os comentaristas de futebol já sofreram em todos os tempos.  De lá pra cá é dito com a propriedade tosca de quem ouviu falar algumas das maiores mentiras oficializadas do mundo.

A Alemanha a sua super base, dita por dezenas de pessoas que nunca sequer foram até lá ver se há mesmo a tal base. Como é feita, porque, de que maneira e quais os problemas e as soluções. Mais e mais vira latismo da pior espécie que olha um placar de jogo e traça um perfil.

Diagnóstico de virose.

Os EUA? Em alguns anos mandarão no futebol.

Lembra?

Nem na Copa estão.

E o Brasil, que corria sério risco de nem ir pra Copa de 2018 com aquela geração, a administração ruim da CBF (as concorrentes sao honestas???) e o futebol brasileiro que havia acabado e não notou.

Pros gênios o 7×1 explicou muita coisa. Pra quem é Pacheco mas conhece um bocadinho de futebol é óbvio que um resultado de pelada acontecendo isoladamente em meio a 8 anos de raríssimas derrotas é um aborto da natureza e não a representação do futebol nacional.

Covardes. Porque os 23 da Copa de 2014 mal jogavam aqui.

Nada mudou. O futebol mundial segue piorando tecnicamente enquanto os comentaristas acham que é o Brasil que está atrás, enquanto voa o futebol italiano, o portugues, holandes, etc. Todos despencaram. Mas pra fazer impacto na manchete ou na gritaria do mesa redonda toscão precisamos de uma tese foda pra bancar a gravata que nos credibiliza.

Mais 4 anos pra ridicularizar tudo que foi dito sobre Bauza, Sampaoli, Gareca e cia ou querem só os ultimos para colocar a viola no saco e entender que tem treinador no Brasil e que os de fora não são geniais?

Qual a tese de 2018 para alimentar os absurdos até 22?  Ah, é claro! “A maldição da campeã”.

Quando convém, comentamos até bruxaria pra não assinar o mico. Argentina e Alemanha, as queridas, não jogam nada, uma está fora, a outra classificada nem ela sabe como. E o Brasil que nem ia pra Copa segue firme ali, favorito, protagonista, “surpreendendo” sendo a maior seleção do mundo.

Bom dia, cavalo!

abs,
RicaPerrone