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Bolo sem cereja não estraga festa

A luta é longa, o sonho é claro e tem data marcada. Todos querem a Libertadores, que é a realização meritocrata do possível.

O Mundial, hoje, e há alguns anos, é um sonho distante e que conta mais com uma dose de acaso do que com ser, de fato, “o melhor do mundo”.

Por isso os europeus não dão tanto valor. Pois pra eles antigamente era inviável, em seguida virou obrigação. Veja você. Nós já fomos os imbatíveis.

Hoje o Flamengo poderia perder de goleada, tentar vencer por uma bola, travar o jogo em pontapés.  Jogou como time grande, de frente, buscando, lealmente, a vitória.

Não foi por uma bola. Foi por várias. E elas até existiram. Pra lá e pra cá, é verdade.

A cereja do bolo não veio.  Ficamos com os brigadeiros, os convidados, o bolo em si e a alegria de ter muito o que comemorar.

Inclusive, pasmem, a forma com que perdeu. Pois se há muito o Brasil vai ao Mundial pra não jogar, hoje foi pra trocar tiro e não pra correr deles.

O placar de Lima talvez não seja coerente com o jogo. O de Doha idem.

As vezes a bola escolhe lados meio sem critério.  O Liverpool é melhor. Hoje, o Flamengo foi “maior”.

É diferente.

RicaPerrone

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