Não há suspiros entre os tricolores. Aguirre não causa revolta, não gera problemas, muito menos cria expectativas. Não é nem de longe o que a torcida queria, nem passa perto de ser alguém que ela odiaria ver ali.

Tanto faz. É mais uma tentativa de buscar algo novo onde não há novidade.

O Aguirre fez um trabalho no Inter que considero “ok”.  Pra mim o responsável pela eliminação naquela Libertadores, inclusive, foi ele. No Atlético foi um horror. Mas é gringo, e ao contrário da vitimização da semana do Romero, ser gringo no Brasil é um puta elogio.

Pode ter evoluido? Deve. A vida evolui todo mundo. Ou quase todo mundo.

O Tite chegou ao Corinthians em 2010 cheio de dúvidas. Taí.

Vai que…

Mas não. Eu não gosto muito do trabalho dele, não.   Pra mim tinha umas 10 opções melhores sendo umas 3 ou 4 delas arriscar em algo de fato “novo”.  Como o Jardine, porque não?

O que tem de novo nessa escolha é que trata-se da primeira grande decisão do trio Raí, Ricardo Rocha e Lugano.  O resto eles herdaram mais do que escolheram.

Se tem um na reta com essa escolha não é o do Aguirre. Mas sim de Ricardo, Raí e Lugano.

Que saiam todos ilesos. Amém.

abs,
RicaPerrone

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