Existe uma fórmula mágica de aceitação nacional: ser gringo.

Se tem algo que o brasileiro aprova é alguém que não veio daqui ou algum produto vindo de fora. Não a toa devemos ser o único lugar do mundo onde “importado” é elogio.

Aguirre é mais do mesmo. Fraco, medroso, retranqueiro e que tem como seu principal mérito fazer times mediocres acharem bolas e ganhar como der.

Não é o caso.

Trata-se do São Paulo, que embora tenha por regra desde 2006 com a chegada do Muricy ignorar o futebol bem jogado, ainda assim não pode se permitir jogar por contra-ataque em casa.

Recuou toda vez que ganhava. E quando o campeonato apertou e perdeu peças ofensivas, não ousou repor. Foi trazendo o time para trás até se conformar com a briga pela Libertadores jogando um futebol ridículo.

O que havia dele era alma. Acabou.

Tática, inovação e conceito nunca teve no seu trabalho no SPFC. A demissão é justa. Seu time anda em campo e dá nítidos sinais de rejeição ao treinador. Errado foi contrata-lo.

abs,
RicaPerrone

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