Parte da mídia é bastante incoerente e pede apoio ao esporte quando se nega a falar os nomes envolvidos nele. Mas existe uma parte que fala, e a torcida, que não pensa no editor chefe na hora de dar opinião.

Se tem algo que a Crefisa não está fazendo é rasgar dinheiro.  Para o rival, é “mamãe crefisa”, mas isso porque ele é órfão e obviamente está morrendo de inveja. Foi assim com Parmalat, Unimed no Flu.  Os titulos aparecem, o rival procura uma forma de diminuir.

O mesmo rival que torce pro Chelsea, por exemplo. E eu pergunto a você, chorão: é melhor um time vendido pra um bandido internacional ou patrocinado por uma empresa privada?

Meio óbvia a resposta se você tiver alguma vergonha na cara.

A Crefisa é centro de debates, falada todo santo dia, leva créditos por contratações que nem são dela, o carinho do palmeirense e o retorno na venda dos que comprou. Se uma negociação durar 1 mes, ela é falada por 1 mes.  Em campo, o reforço usa a marca, e fora dele o rótulo de estar lá por causa dela.

Quando vendido o dinheiro volta. E a mídia toda foi feita em doses cavalares.  Isso é bom pro clube, bom pra Crefisa. E pra quem não conhece, muito prazer, chama-se “negócio”.

Não há doação. Não há absurdo, nem mesmo motivos para insinuações idiotas do tipo “tem que ver isso aí”…. Não tem que ver nada. É privado, problema deles.

Acho bizarro jornalista que defende o PT desconfiar de esquema numa relação comercial de empresa/clube. Mas tem. Ô se tem…

Enfim. Queria eu ter uma Crefisa no meu time. Aliás, em todos eles. Teríamos um futebol forte, os clubes ainda nossos e não tendo que ter donos mafiosos para ter dinheiro pra competir.

Mas se a Crefisa fosse alemã e o Palmeiras o Borussia, aposto que seria “modelo de parceria” pra todo jornalista brasileiro.

abs,
RicaPerrone