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A maior mentira do mundo

Era uma vez o futebol.  Neste esporte tão popular, um país se destacava e era conhecido como “o país do futebol”. Sua seleção era uma potência, seus jogadores verdadeiros extra-terrestres e sua torcida apaixonada.

Copas se passaram, este país se firmou como o maior de todos. Mas, sem rival em seu continente, tinha dificuldade em vender jornal nos anos “sem Copa”. E daí surge uma lenda que até hoje há quem acredite.

Estamos falando do Brasil, é claro.

E aqui, quando já tinhamos papado algumas Copas, a seleção já era a protagonista do futebol mundial, surge a necessidade de vender jornal nos 3 anos “sem Copa”.

E numa reunião de pauta surge a idéia: “Vamos inventar um rival, pois o Uruguai anda caidão. O que vocês acham da Argentina?”.

E com medo do chefe, o pouco respeito pela Colômbia e a fé no Uruguai abalada pela crise futebolistica no país, aceitam a idéia.

Desde então começam a pintar nossos vizinhos como rivais a altura. Dizem que nos odiamos, que eles são tão fortes quanto, e o povo acreditando…

A farsa ganha força quando, no mesmo momento, surge Maradona. Uma espécie de Lúcio Flávio com grife, só que drogado.

Ele faz meia duzia de gols naquele campeonato pior que várzea que tinha lá e vai pra Europa. Lá, carregado nas costas por Alemão e Careca, se torna ídolo.

A Copa de 78 é fundamental para confirmar a existência de futebol competitivo na Argentina. E eles não conseguem.

Mas, quando notam que estão decepcionando inclusive a mídia brasileira, resolvem comprar o goleiro do Peru, que toma 6 e entrega a Copa pros caras.

Pronto, o time que inventamos é campeão do mundo. Agora temos argumentos pra encher mais e mais a bola deles.

Com o ego inflado desde sempre, sabe-se lá porque, os argentinos não tem dificuldade em assumir a condição de “segundo piloto” da América do Sul.  E nós, bobos, acreditando que achamos um rival a altura.

A Copa de 86 é uma das maiores vergonhas de todos os tempos. O tal time da mídia (brasileira) faz um gol de mão e consegue vaga nas semi, onde com 2 gols irregulares passa a final e ganha com um penalti não marcado a favor dos adversários.

Em sei lá quantos anos de existencia, note que os oito gols mais importantes da historia do futebol argentino são:

6 contra o Peru, com o goleiro comprado.
Um de mão contra a Inglaterra
E o gol mais bonito da historia do país, contra a Inglaterra, só que foi contra. O Maradona nao empurra aquela bola pro gol.

Enfim, puta várzea.

Vem a Copa de 90 e a farsa continua.

Pra eliminar o Brasil, eles DOPAM os jogadores em campo. Os deles? Não, pior! Os do Brasil.

São, de fato, únicos na arte de inventar formas de burlar o regulamento do jogo.

E assim, com 2 Copas irregulares e uma final que chegaram dopando rivais, se completa o ciclo argentino em Copas.

Sim, em todas as edições, foram apenas 3 vezes entre os 4 melhores. As 3 com “poréns” bem relevantes. (Em 1930 eles foram vice porque roubaram os EUA na semifinal. Fizeram 5 gols impedidos e o juiz deixou de dar 2 penaltis escandalosos pros EUA)

E assim, o mito ficou.

Até que, em 1989, o Brasil passa a jogar a Copa América com um time acima de 14 anos. Desde então, não por mero acaso, a tal Argentina nunca mais soube o que é ser campeã de alguma coisa no futebol profissional.

São 3 Copas com destaque, tendo cometido irregularidades em todas elas. São 20 anos sem ganhar nada,  ainda assim continuam cheio de fãs na mídia brasileira.

O mundo respeita o futebol argentino pelo simples fato do Brasil dizer que eles são rivais. Você também teria medo se o Tyson disesse ter medo de um determinado sujeito.

A parceria imprensa brasileira e argentina não tem validade. O contrato é prorrogado automaticamente toda vez que um time deles vem aqui e vence um jogo fazendo 90 minutos de catimba e dando pontapés. Aí logo surge um pra dizer: “Eles são frios! Que lindo!”.

Frios e ruins de bola, diga-se. Pois quem sabe jogar bola não precisa da catimba, do dopping, da compra de adversários pra ser campeão.

Hoje, com Messi, o Iranildo deles, que faz gols no Getafe e vira Rei, vivem a mesma realidade de sempre.

Acham que tem “ótimos jogadores”,  mas não tem. É tudo invenção da mídia brasileira, que inventou o Milito, um Val Baiano melhorado, e que nem titular no time é.

Tem o Tevez, que joga no super Manchester City. E chamam isso de seleção de ponta.

Fizeram uma Copa ridicula, como sempre. Sairam de lá goleados por 4×0, e quando o Brasil saiu por 2×1, a mesma imprensa chamou a argentina de “sensação da copa” e o Brasil de “fiasco”.

Nós inventamos um monstro e ele acreditou existir. Não existe.

O futebol argentino é uma união de arrogancia, catimba, força da imprensa e pontapés.  E ainda assim, não ganham nada.

Com a ótima seleção sub 20 deles notamos que nos próximos 15 anos podemos ficar tranquilos, pois continuarão cheios de brasileiros baba ovo exaltando e não ganhando nada.

Esta seleção, de 2 Copas irregulares, uma final com dopping e nenhum título nos últimos 20 anos, segue protagonista.

Estes jogadores que, desde Maradona, sugeriram Ortega e Riquelme como ídolos internacionais, seguem achando que são competitivos e, segundo alguns, “mais faceis de vingar na Europa do que Brasileiros”.

Mas é claro!!!

Se você é brasileiro e vai pra Europa, quer voltar. Se você é argentino e consegue sair de lá, faz qualquer coisa pra não ter que voltar.

A farsa continua.

E daqui 1 mes, se eles forem a final, a mídia vai descer a lenha no time brasileiro e exaltar os argentinos até  dia do jogo, onde faremos aquele 3×0 tradicional que deixa todo mundo com cara de bobo.

Aí dirão: “O Brasil surpreendeu”.

E nós, que sabemos da verdade, cairemos na risada. De novo.

Nunca serão!

PS – Enquanto este post era feito, o goleiro da Colômbia recebeu um telefonema perguntando se a família dele precisava de alguma coisa…. Uma Ferrari, algo do tipo.

abs,
RicaPerrone

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