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Vencer o México é mais do que parece

Eu não sei exatamente qual a função da seleção mexicana no mundo.  Se amanhã cedo ela anunciar que nunca mais entrará em campo não mudará uma virgula do futebol mundial.

Mas eu sei qual a intenção dela no planeta.

Dos últimos 13 jogos contra o Brasil, portanto 15 anos, eles ganharam 7, empataram 2, perderam 4.

No mesmo período, por exemplo, contra a Alemanha nós ganhamos 4 e eles duas.

Contra a Argentina? 12 vitórias nossas, 6 deles.

Pode falar da “crise” que for, dos 7×1, da puta que pariu. Você não encontrará no futebol mundial alguém páreo pro  Brasil ao longo dos tempos. Mesmo que num passado bem recente, onde os profetas do apocalipse acham que viramos Honduras com grife.

Mas o México, não.

Esse time tem um poder inexplicável de fazer a seleção brasileira não jogar bola.  Já pensei que pudesse ser “a escola mexicana”. Mas que porra de escola mexicana? A única que ouvimos falar era do Cirilo, Maria Joaquina e Jaime Palilo.

É um daqueles casos tipo SP x Vasco em mata-mata, tipo Palmeiras x Bragantino, ou Vasco x Fluminense.  Não importa quem está dentro das camisas, elas vão te induzir pra um lado.

Então, se hoje não fizemos nada além do “básico”, acho muito bom o resultado.  Ganhar do México é quase um exercício de exorcismo.

Agora é mais um treino de camisa oficial e depois é pra valer. E quando é pra valer, na maioria dos casos, a gente é favorito e não decepciona.

Que venha a Copa América, torneio no qual a “agonizante” seleção que os especialistas teimam e matar de véspera ganhou 4 dos últimos 7.  Alem de ter ido a mais 1 final.

abs,
RicaPerrone

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