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Um baile

Toda a calma que o Fluminense mostrou na estréia se transformou em sono. E toda a vontade do Galo em vencer que vimos na quarta-feira virou uma goleada.

Eu não entendi bem porque o Ricardo mudou o jeito do Fluminense jogar. Talvez ele tenha entendido que o 1×0 na estréia não tenha sido um bom jogo. Discordo dele se for esse o raciocionio.

O que surpreendeu mesmo foi o Galo ignorando a ressaca de direito que todo eliminado da Libertadores faz uso.  Passou um trator em cima do Fluminense como se tivesse decidindo hoje a vaga do Beira-Rio.

Com mais de 85% de acerto nos passes, o Galo não sufocou o Tricolor. Bastava pegar a bola e ir até a conclusão do lance. Não era um “abafa”, mas sim uma sequencia de investidas com o time se recompondo.

Há diferença.

As vezes você chuta 20 bolas no gol e 7 delas em 5 minutos que ficou na frente postado com rebotes de escanteios e rebatidas na base do “Deus me livre”.  O Galo fez o placar e o seu jogo consistente sem essa pressão.

Com Pratto mostrando que pode ser muito útil também fora da área de costas pro gol, Luan correndo feito um maluco e a ótima tarde de Dátolo, se redimindo do erro de quarta-feira.

Os dois times entraram na área adversária 16 vezes cada um. Só que o Atlético chutou 16 bolas no gol, o Fluminense 8.

Não houve um minuto de indefinição. O Atlético Mineiro venceu o Fluminense por 90 minutos mais os acréscimos, e dizem que o time estava ainda meio cansado….

abs,
RicaPerrone

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