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Tão longe e tão perto de se livrar do drama

Marcão e o toque que garantiu a vitória
Marcão e o toque que garantiu a vitória

Não acaba.  O Vasco consegue indicar surtos de reação em meio a sua pior crise e longe de ter em campo seu pior time não consegue evitar os piores resultados.

Era euforia, um bom primeiro tempo, chances criadas, controle da partida. Porque não, meu Deus?!

Porque diabos ela não entra?

E chega a ser tão óbvio quanto a “vitória” de quarta-feira.  O futebol é tão imponderável que as vezes se torna previsível.  Se a bola não entrasse em uma das 19 chances do Vasco, é claro que, tal qual contra o Coxa, uma bola sobraria pro Figueirense ganhar o jogo.

Todo mundo no estádio sabia disso. Só esperaram o último erro do ataque pra poder virar pro colega ao lado e dizer:  “Olha lá…. falei….”, e virar as costas.

E a cada semana se torna mais e mais difícil não “virar as costas”. Não pro clube, mas pra causa. Dos pontos simples e absolutamente possíveis recentes o Vasco era pra ter feito 6 contra Coxa e Figueira e mais 2 contra o Joinville. Ou seja, por descontrole emocional, zica do pântano ou meramente pela ruindade do Riascos em dominar uma bola, o time que hoje dorme longe de sair do Z4 teria, sem nenhum absurdo, 21 pontos e estaria em situação de reverter.

Vasco que só faz o mais difícil. Só ganha clássicos, só reage quando colocado sob a condição de azarão. Um momento coadjuvante pra quem nasceu protagonista.

Acabou?

Não. Ainda não. Mas está ficando tão previsível quanto o gol do Figueirense aos 48…

abs,
RicaPerrone

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