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Santo é Santo e faz milagre

O Galo em campo casa certa tristeza. Você olha pra uma Ferrari e nota que ela está sendo guiada por um motorista de ônibus da linha 4111 .  Por mais que ainda seja uma Ferrari e que haja sim a possibilidade dela ganhar a corrida, a dificuldade será maior e desnecessária.

O Atlético entra em campo com seu talento e nada mais. Não há padrão de jogo, não há proposta, jogada ensaiada. Nada! Apenas uma tentativa de fazer uso do melhor time do país para que a bola entre lá e não entre cá.

Quando “surpreendido” pelo Juventude, da série C, o Atlético conta novamente com o individual. São Victor, o mesmo herói de 2013 e tantas outras, acabou evitando um vexame. E o preocupante não é nem o vexame, porque a Copa do Brasil é repleta deles, mas sim a forma com quem “briga por títulos” atua.

Ah mas é muita contusão!  Ok, então demite o preparador físico e o médico, porque o Galo não consegue jogar com 8 titulares há 1 ano. Não é possível.

E os que tem, quando tem, não conseguem formar um time. Todas as jogadas do Atlético se resumem a procurar ou um lance do Robinho que defina o jogo, ou um cruzamento de alguém.  Quando o adversário contra-ataca é um deus nos acuda. Parece que não se conhecem, que os jogadores é que combinam o que fazer no campo e não o treinador durante semana.

O Atlético MG faz boa campanha nos dois campeonatos porque tem um puta time. Tivesse também um grande trabalho na comissão técnica, provavelmente estaria sobrando em ambos.

Não basta ganhar o jogo. É preciso apresentar um bom trabalho.  Perder e ganhar é do jogo. Não saber o que fazer com a bola, não.

abs,
RicaPerrone

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