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Quando o choro é coerente

Juvenal pegou a taça de bolinhas. O São Paulo não. Este não teria coragem de fazer isso. Mas o Juvenal tem.

O São Paulo, tradicional clube brasileiro, jamais pisou nas coisas que assina. O clube não costuma levar fama por golpes politicos, escandalos internos e por agir como amador.

O SPFC do Juvenal, nem tanto.

Ir buscar a taça que assinou não ser sua é tão anti-ético quanto covarde.

Covarde porque é fácil concordar com a CBF quando lhé convém e se fazer de opositor dela quando não convém.

Se de fato é contra, se de fato é a favor da LIGA que ajudou a criar em 87, deixasse lá. Não buscaria alegando não ser sua.

De quem é? Até outro dia, do Flamengo.

Agora, com todo mundo campeão, nem sei mais.

Seja como for, do SPFC ela não é.

Por lei, é.

Por ética, moral e vergonha na cara, não.

Quem assinou em 87 foi o SPFC. Através do seu diretor JUVENAL JUVENCIO, que hoje pisa na assinatura em troca de uma taça que não significa nada.

Ela não me incomoda. Aliás, ela não representa nada.

O que incomoda, e muito, é ver uma diretoria que enche a boca pra se dizer diferente ir lá pisar no que assina, na historia do seu clube, na oposição mentirosa contra a CBF pra buscar taça e tirar foto.

É triste ver coisas assim, mas por outro lado fica claro porque o futebol brasileiro demora tanto a crescer.

Com essa mentalidade clubistica, com essa postura de torcedor e com esse desrespeito pela instituição e pelo seu passado, é fácil entender.

O SPFC que eu amo desde pequeno não pisa no que assina, não muda estatuto pra dar golpe político, não faz seu conselho todo dizer amém por MEDO do presidente e também não menospreza rivais pra depois copia-los.

Hoje, o SPFC é comum. Eis a foto acima que não me deixa mentir.

abs,
RicaPerrone