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Passeio no Mineirão

Quando você pensa num time imediatamente atrela a suas características. Ao lado mais forte, a jogada fatal, ao estilo de jogo e aos resultados recentes.

O Cruzeiro tem deixado a gente confuso. É rápido, contra-ataca bem, mas quando encara um time mais fechado também consegue achar o gol.  Logo, não há antídoto eficaz comprovado.

Se perdendo, sufoca e vira. Se sai na frente, goleia.

Não, não é no papel o que sugere na prática.  E, pela primeira vez na história do universo, o papel está sendo menos otimista que os fatos.

Se desenhado para ser um time de conhecidos titulares, as coisas funcionaram lançando diversos anônimos e sequer garantindo vaga aos mais galáticos, como Julio Batista, que ainda amarga banco.

E não, ele não está em péssima fase. Os outros é que estão ótimos.

Willian, Goulart, Bruno, até mesmo Dagoberto e Moreno, considerados “refugos” de outros clubes. Talvez a explicação esteja no banco, em pé, pulando a cada gol feito um garoto.

Talvez não.

Deu liga. Seja lá pelo motivo que for, é ruim parar este Cruzeiro. E não porque venceu a Universidad de Chile, mas pela forma com que faz as coisas acontecerem em 90 minutos.

Imprevisível, rápido, sério.

abs,
RicaPerrone

 

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