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Começa 2012, rola a bola, constatamos o óbvio diante da cegueira de quem quer polemizar em cima do nada. O Flamengo, mais popular e polêmico clube do país, tem time pra disputar títulos. Tem uma base promissora, tem bom elenco, técnico de curriculo pouco discutivel e… consegue estar perto de uma crise.

É inacreditável, quase mentira. Mas é só Flamengo.

Se vier o Love, ótimo. Se não vier, tudo bem. Se vier o Thiago Neves, sensacional. Se não vier, o Flamengo não passa a ser um timeco por isso.

Poucos times tem, no papel, o que tem o Flamengo 2012. E melhor ainda: Com a base mantida, algo que não acontecia antes. Hoje, vide Barcelona, fundamental é  manter um time junto.  O Fla fez isso.

Eu não consigo considerar um time de Alex Silva, Felipe, Leo Moura, Jr Cesar, Airton, Maldonado, Ronaldinho e Deivid um time comum. E se você, rubro-negro, considerar, imagino que tenha tentado o suicidio algumas vezes nas últimas decadas.

O banco é razoável, a base é cheia de promessas. Tem tudo pra funcionar SIM!

O que pode estragar? A eterna dificuldade em administrar o Flamengo e seus inimigos internos.

Pega esse elenco, diretoria, paga em dia e pronto. Feio não vão fazer. Pode até dar errado, chegar em quinto, falhar numa classificação… Mas protagonista ele será. E aí é com time/técnico o que vai acontecer.

O que dói ver é o clube estar a beira de uma crise antes da bola rolar por causa de grana, contratos, luvas, etc, etc, etc.

Nem dá pra culpar os jogadores. Se não recebe, não tem o que cobrar. Tanto que a diferença de quanto correram os 11 primeiros dos 11 segundos ontem no amistoso foi gritante.

Não há novidades na Gávea. O Flamengo tem time, o time está cobrando dinheiro, a diretoria não paga, a torcida segue insatisfeita até que o Pelé volte aos 18 anos e jogue por lá e assim, com alguns problemas, o Flamengo entra naquela fase do “nada presta”.

Como digo, seus exageros acompanham sua grandeza.

Esqueçam Thiago. Love ou qualquer outro salvador da pátria. Cobrem salários em dia e, assim, terão um time pra ser cobrado.

Sem grana, sem títulos.

Não há mais “love”  no futebol.  Nem que você o compre…

abs,
RicaPerrone