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O incrível Hulk

Numa analise simples e bem de torcedor diria que Hulk é um Jorge Henrique que foi na academia. Forte, corre, é tático, chuta forte, não tem nada especial, mas agrada  treinador.

Treinadores do mundo todo querem Hulk. Dois técnicos de seleção quiseram Hulk.

Só nós não sabemos exatamente o porque. Talvez “porque” não tenhamos a mesma idéia tática dos treinadores, mas fatalmente porque conhecemos menos futebol do que os 5 clubes europeus que estão atras do jogador  dos treinadores que invariavelmente o escalam de titular.

Hulk é um jogador típicamente europeu. Forte, tático, corre muito, dribla pouco, chuta forte, cumpre o que o treinador manda e não reclama.  Não tenta driblar, não quer ser a estrela do jogo, é o “funcionário do mes” que todo chefe adora ter.

Mas joga na posição de um garoto de muito talento, driblador, cheio de ginga e de um estilo bem brasileiro de jogar bola.

Óbvio, preferimos o Lucas.

Óbvio, Felipão não.

Mas Felipão e sua teimosia é outro aspecto complicado de lidar.  Você questiona, ele insiste, termina, ele ganha.

É quase sempre assim.

Se fosse o Roth com um jogador que não concordamos, ok! Mas é o Felipão e sua cota de teimosia por time que dirige costuma ser bem preenchida e dar resultado.

Hulk convence todo mundo, menos o torcedor brasileiro.

Não será a primeira vez que um jogador tem seu futebol tático e forte consagrado na Europa e colocado em dúvida no Brasil.

Nem a última.

Hulk é titular da seleção com Felipão. Foi com Mano, vendido a preço de ouro, e mesmo depois da primeira venda, segue com interessados ainda procurando pagar uma fortuna pelo jogador.

Podemos achar o que for do Hulk. Menos negar que ele é “incrível”.

abs,
RicaPerrone