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O Fluminense não é Chelsea

Senhores profetas do apocalipse, cuidado! Quando se fala do fim da relação Unimed/Fluminense parece que estamos diante da falência de um clube pequeno sustentado por uma alma caridosa.

O Fluminense não é Chelsea. Ele nunca vendeu mais do que espaço publicitário e não foi a um mafioso russo acusado de tudo que é possível para colocar em constante risco o futuro do clube. Era apenas a Unimed colocando grana e fazendo fama.

Quanta grana? 25 milhões por ano, dizem.  E se é o caso, qual o desespero?

O Fluminense não consegue 2 patrocinadores de 12,5 milhões?  Faça-me o favor.  Basta comando e competência e o bom uso do que foi muito bem feito em Xerém que não há motivo para desespero algum. Pelo contrário, o Fluminense pode até crescer com pés de ferro.

Hoje, sem trocadilho, o clube mantém um timaço com pés de barro(s).

Meus caros, o Fluminense é time grande. Não foi a Unimed que fez dele um dos pilares do nosso futebol. Ela devolveu a ele a chance de competir em alto nível, mas em troca disso se tornou o plano de saúde mais famoso do país. Não houve favor, houve um negócio.

Negócios acabam. E se foi bem sucedido, como é o caso, não há motivo pra desconfiar que ninguém queira assumir o lugar da empresa que deixa o clube.

O Fluminense sem Fred, Wagner, Diguinho, Carlinhos e mais uns 2 é mais fraco. Mas ainda é grande, capaz de andar sozinho e com perspectivas reais de sobreviver até com mais receitas do que tem hoje via Unimed.

Não confundam. O Fluminense não é um clube pequeno com um dono brincando de Football Manager enquanto responde na justiça de onde veio sua grana suspeita.  É um grande clube, gigante pelas proprias pernas, sem dono, e apenas sem patrocinador no momento.

O Fluminense não é Chelsea.

abs,
RicaPerrone

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