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Meus pêsames, Vasco da Gama

Quando você namorada um longo período uma mulher bonita, mas acomodada e sem personalidade, a sua primeira busca quando separado é uma mulher de atitude e cheia de personalidade.

Quando você sai da casa dos seus pais onde nunca pode encher a geladeira de besteiras, a primeira coisa que você faz na sua casa é comprar uma tonelada de porcarias e colocar nos armários.

O vascaíno esteve anos nas mãos de um coronel de 1950, cheio de marra, agindo feito um Rei e colocando o Vasco como seu castelinho. Entre mil erros e alguns acertos, como todo Rei, teve seus puxa-saco de carreira que carrega até hoje.

Eurico é um dirigente mediocre. Mas ele protege o Vasco, coisa que o Roberto não fazia.  É um sujeito de caráter bem contestável, inclusive sendo hoje devedor de 3 milhões ao clube que acaba de elege-lo.  Mas é um cara que mete a cara na tv e responde o que querem saber.

O vascaíno acaba de sair de um namoro com uma mulher molenga, que não sabia se comportar nos grandes eventos e portanto não servia para acompanha-lo.  Imediatamente ele corre para os braços daquela que dominava qualquer ambiente, mas que não era exatamente transparente, nem a que planejava melhor o futuro do casal.

Eurico é o que há de mais antigo e detestável no futebol. O cara que pensa no dele, foda-se o resto, e que se for necessário assume diante de quem quiser que faz as coisas “na calada da noite”, de forma não muito clara.

O homem que traiu o clube dos 13 na Copa União e afundou nossa primeira Liga está de volta. Pra defender o Vasco, pra defender seu status, e pra não querer saber os limites éticos de tudo isso.

O Vasco é do Eurico. E essa afirmação, tão detestável por anos e anos, hoje se prova real. Ele fez, mexeu os pauzinhos, arrumou mais uma eleição suspeita e cheia de irregularidades e está lá novamente.

Sinto muito, vascaíno.  Sinto muito mesmo.

abs,
RicaPerrone

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