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La vuelta de Dios

O momento onde você mais ouviu falar de Orlando City não foi num jogo ou numa eventual conquista. Foi na apresentação de Kaká.  As maiores festas descontroladas e portanto espetaculares do Rio de Janeiro foram protagonizadas pelas chegadas de Romário e Ronaldinho ao Flamengo.

Os três maiores eventos do SPFC nos últimos anos foram apresentações, recordes e despedidas de ídolos.  Não exatamente grandes jogos.

Talvez para muitos de nós ainda seja difícil compreender o que leva um torcedor a consumir futebol. Talvez esse tipo de aviso se repita insistentemente até que se perceba que ninguém com dinheiro próprio (clubes com dono)  “gastam” dinheiro com ídolos. Eles investem.

Gasto é um time com 10 bons jogadores que chegará em sétimo. Esse não causa nem dor pra não cair, nem alegria ao brigar pelo título. Esse está morto. É melhor ser quase rebaixado do que sétimo colocado.

Lugano é mais uma prova de que o futebol não precisa apenas de técnica. Precisa de identidade.

Dios voltou. Parou um aeroporto como poucas vezes esses centroavantes enlatados conseguiram fazer com seu carisma de prostituta beijador de camisas.

Dios voltou. E trouxe com ele mais do que uma proteção à zaga sãopaulina. Mas auto estima, vontade de estar no Morumbi e de acompanhar a temporada.

Ídolos não são caros. São raros.

Que Dios nos abençoe.

abs,
RicaPerrone

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