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Kleina não basta

Gilson Kleina tem 46 anos, é técnico há 13. Nunca fez nada de muito destaque, passou por 16 clubes sendo o Palmeiras seu primeiro grande.

Fez um ano de 2013 onde não  jogou uma boa Libertadores, nem péssima. Comum.

Um estadual comum. Nem chegou a final.

Um brasileirão da série B comum, campeão, com o maior número de derrotas de um time grande na série b.

Fez novo estadual comum, nem na final, e começa um brasileirão sem encontrar substitutos para incrível perda de “Alan Kardec”, que com todo respeito, não pode causar todo este transtorno a um clube como o Palmeiras.

Prestes a ver sua casa reerguida e imponente como deve ser, o Palmeiras precisa se enxergar como de fato é.

Grande, diferenciado, incomum.

Kleina não é ruim. É comum.

Não dá pra imaginar o líder de um clube dos mais vencedores do mundo na figura de alguém tão comum.

Para ser Palmeiras foi preciso se diferenciar ao longo da história até ter chegado ao fundo do poço, quando se tornou “mais um” temporariamente.  Não é este o destino, a história, menos ainda a expectativa.

Para um Palmeiras enorme, um líder no mínimo diferenciado.

Não era Gilson Kleina.

Que não foi mal. Foi comum.

Imperdoável num time grande.

abs,
RicaPerrone

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