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Garotos

O tricolor esfrega as mãos, esconde o sorriso e pondera a vontade de “calar a sua boca”.  Mas nada move mais o Fluminense hoje do que a vontade incontrolável de mostrar para jovens inocentes que sua grandeza não é fruto de um patrocinador apenas.

Envenenados por uma mídia maldosa, mal informada e as vezes mau caráter, jovens torcedores se perguntam se haverá vida após a Unimed.  Ora, ora, meu caro fã de esporte.  São 100 anos. Talvez a questão seja como ficará posicionada no mercado a Unimed sem o Fluminense.

O ponto é que nenhum reforço daria ao tricolor o prazer de ver sair de sua própria casa um rascunho de solução rápida para os novos problemas do clube.

Não dá pra não pensar no Santos de Robinho, Diego, Elano, Renato…  Não pela qualidade, são apostas. Mas pela situação.

Quando “sem saída”, a maioria não sai mesmo. Os grandes encontram uma forma.

Cada bola que Gérson solta de 3 dedos dá ao torcedor uma esperança involuntária, apaixonante, mas ainda assim, real.  Não há quem o faça não se questionar: “Porque não?”.

E se um deles for um “novo Assis”? Um “novo Conca”, pensando mais modestamente.  Ou será que vai precisar mais uns 20 anos pra entender que grande é aquele que faz história e não só aqueles que mandam comprar?

abs,
RicaPerrone

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