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Diferentes. Muito diferentes.

Se um time comandado por alguém de terno, jovem, estudioso e de bom trato com a mídia tocasse a bola como o Grêmio toca e construísse as jogadas que ele constrói, falariam maravilhas do sujeito. Sendo o Renato, “só o Renato”, ídolo dos dois em campo ontem,  pouca gente fala.

O Grêmio não tem um timaço. Mas sabe exatamente o que fazer com o que tem. Não fosse a incapacidade do Pedro Rocha em finalizar, o jogo estaria resolvido. Mas por um vacilo no começo e os gols perdidos pelo citado, o Fluminense respira.

Fluminense que propõe o oposto. A objetividade, a bola enfiada para buscar o gol e ponto.  O Grêmio trabalha, segura a bola, tenta converter em aproximação. O Fluminense em velocidade. Duas propostas completamente diferentes. Mas que não se anulam. Até encaixam.

O problema é a inversão.  Agora o Fluminense vai ter que construir com a bola nos pés, o Grêmio contra-atacar.  E esse cenário só não é claro porque como avaliamos um jogo decisivo tão grande onde os dois times tratam como “plano c”?

Sim, pois nos dois casos há dois campeonatos acima da Copa do Brasil para eles. No caso do Flu a escolha bastante “estranha” em priorizar a Sulamericana. No do Grêmio, a natural de escolher a Libertadores.  Ambos no Brasileiro, a terceira competição, embora seja enorme, não será a prioridade de nenhum deles.

O Grêmio joga melhor. Mas como jogar melhor no futebol não significa muita coisa  no resultado e o gol fora de casa vale dois… aguardemos. Ainda tem jogo.

abs,
RicaPerrone

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