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Aos problemas

Pela frente, México e Itália.  Hoje, no estádio do Rio de Janeiro que me recuso a chamar de Maracanã, os dois deram as caras.

Nada especial de lado algum. Apenas uma camisa que não se despreza nem no varal e um time que marca mal e ataca com alguma qualidade.

Temos que respeitar o México pela sorte que eles tem contra o Brasil, não exatamente pelo que jogam.

A Itália por todos os motivos óbvios do mundo. Afinal, ao lado de Brasil e Alemanha é quem manda no futebol do mundo em termos de seleções.

Buffon, Pilro, Balotelli, nada mais. O time italiano não colocaria mais do que três jogadores no nosso time se fossem todos brasileiros. Isso com alguma boa vontade minha, pois não acho o Julio César menos goleiro que o Buffon. E também não sei se trocaria o Fred pelo Balotelli.  O Pirlo sim. Este joga bem mais que o Luiz Gustavo.

Mas respeitemos. Assim como a nossa seleção não é algo que seja possível determinar um tamanho só pelos jogadores. Tem muito mais atrás daquela camisa e somos exemplo disso.

Dá pra classificar sem susto? Dá. Ganhando na quarta-feira do México estamos dentro. E podemos ganhar, desde que não tenhamos medo de assombração.

Sábado contra a Itália seria muito mais pra “escolher” adversário na semi do que qualquer outra coisa.  Isso imaginando que teremos dois resultados “óbvios” no dia seguinte com Espanha e Uruguai.

Vi, gostei, não me assustei. Somos mais time que a soma de México e Itália. Aliás, a soma dos dois times não coloca nem 3 jogadores no nosso time titular.

Se fossemos gringos iriamos babar na seleção brasileira a cada jogo. Como não somos, vamos cobrar dela e babar no Giovanni dos Santos, ou no Chicarito, mentiras bem contadas que nos causam um “respeito” exagerado com que tem mais barulho do que bola.

Somos favoritos. No grupo, e no torneio.

abs,
RicaPerrone